As três irmãs repetem "Moscou" ao longo de toda a peça como se a cidade fosse uma promessa que se tornará vida verdadeira. Elas nunca chegam lá. Tchekhov entendeu que o desejo de estar em outro lugar é mais humano do que a chegada — e que o que mais nos prende ao presente é justamente o sonho constante de que o futuro será diferente.