Sete escritores que transformaram o sofrimento, a fé e a dúvida russa em literatura universal.

O cartógrafo da alma dividida. Crime e Castigo, Os Irmãos Karamázov e Memórias do Subsolo escavam a culpa, a fé e a liberdade até o osso.
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Em Guerra e Paz e Ana Karênina, a vida cotidiana se torna epopeia moral — família, guerra e a busca incessante por sentido.
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Mestre do conto e do drama silencioso. Em poucas linhas, revela inteiras vidas provincianas e suas pequenas, devastadoras renúncias.
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Pais e Filhos anuncia o embate entre gerações e ideias que definiria a Rússia moderna — lírico, preciso, melancólico.
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O riso que esconde o grotesco. Almas Mortas e O Capote inauguram a sátira social russa, entre o absurdo e o profundamente humano.
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O fundador da literatura russa moderna. Eugênio Onêguin e A Dama de Espadas estabeleceram a língua literária que Dostoiévski e Tolstói herdariam.
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O virtuose das duas línguas. De São Petersburgo a Montreux, escreveu em russo e inglês com precisão igual — Lolita é apenas a ponta mais visível do iceberg.
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