O doutor Ástrov, que planta árvores e faz mapas das florestas destruídas, diz isso com a mistura de esperança e amargura que define os personagens de Tchekhov. Não é otimismo ingênuo — é a convicção de que o futuro existirá, que será melhor, mas que nenhum dos que estão ali ainda vivos chegará a vê-lo. Uma forma de esperança sem consolação.