Aliócha diz isso a Rákitin como uma espécie de segredo que não pode ser ensinado, só vivido. Para Dostoiévski, a busca racional pelo sentido da vida é frequentemente uma armadilha — ela nos afasta do contato direto com o que existe. Amar a vida antes de entendê-la é o ato de fé mais difícil e mais necessário.