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Tatiana tinha a simplicidade de quem não precisa se explicar para quem não compreende.

Eugênio Onieguin, 1833
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Sobre esta frase

Tatiana Larina é frequentemente citada como o personagem feminino mais perfeito da literatura russa. Ela escreve a carta de amor mais ousada, mas também diz não quando poderia dizer sim — e esse não é tão completo e irrevogável quanto o amor que veio antes. Púshkin a admira sem condescendência: ela é mais inteligente e mais honesta do que qualquer homem da obra.