Todas as famílias felizes se parecem; cada família infeliz é infeliz à sua maneira.
A primeira frase de Anna Karênina é ao mesmo tempo uma teoria e um programa. Tolstói anuncia que o romance não é sobre a felicidade — a felicidade é uniforme, não tem história. O que interessa é a infelicidade específica, particular, irrepetível. E então passa 800 páginas demonstrando exatamente isso.