Talvez a frase mais famosa de Dostoiévski — e também a mais mal compreendida. O príncipe Míchkin não a diz como proclamação triunfante, mas como intuição de alguém que acredita genuinamente no poder redentor do belo. Para Dostoiévski, a beleza não é estética — é moral. É o que permanece quando toda teoria falha.