Escritos nos anos do exílio, esses versos revelam o que Púshkin realmente desejava: não a felicidade como estado de graça permanente, mas a ausência de perseguição e o direito de pensar. A liberdade aqui não é política abstrata — é pessoal, corporal: poder andar onde quer, escrever o que sente, não depender do capricho de um czar.