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Odintsova amava a ordem mais do que amava qualquer homem.

Pais e Filhos, 1862
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Sobre esta frase

Anna Odintsova é a única personagem capaz de quase seduzir Bazárov para fora de seu niilismo — e ela recua justamente quando isso se torna possível. Turguêniev cria nela uma mulher que escolhe conscientemente a estabilidade sobre a paixão, não por medo, mas por clareza sobre o que realmente quer da vida.