O nada também tem sua própria beleza, quando se aprende a olhar.
Nos últimos anos de vida, Turguêniev escreveu pequenas meditações líricas em prosa — não contos, não poemas, algo entre os dois. Nelas, a velhice, a morte e o vazio aparecem sem terror, quase com curiosidade serena. É a obra mais filosófica e menos narrativa de toda a sua carreira, escrita já distante da Rússia, em Paris.